sábado, 21 de janeiro de 2012

Monitore sua frequência cardíaca

Normalmente no início do ano a grande maioria das pessoas tem, como uma das metas, fazer exercícios regulares. Pois bem, mas uma das grandes recomendações, é o controle da frequência cardíaca.
Sempre que se pratica uma atividade física aeróbia - como caminhar, correr, nadar, e outros esforços de longa duração - é importante controlar a frequência dos batimentos cardíacos para que os exercícios sejam feitos com segurança e com o aproveitamento desejado.
Determinar a frequência cardíaca máxima é o primeiro passo. O Ideal é que você faça uma Avaliação Física pois só assim é preciso, mas uma outra maneira não tão precisa é: o cálculo deve ser feito com base na idade do praticante (veja explicação logo abaixo). Esse primeiro parâmetro é fundamental para que se saiba a frequência cardíaca submáxima, que representa o limite de segurança na atividade física. "Nunca se deve ultrapassar o nível submáximo de batimentos cardíacos, que é em torno de 85% da frequência cardíaca máxima", explica Priscilla de Arruda Camargo [CREF 004218-G/SP], consultora de qualidade de vida e avaliadora física. "Cada um também terá a frequência cardíaca máxima determinada conforme a condição física em que se encontra e os objetivos do treinamento", lembra Priscilla.
A determinação do nível submáximo de batimentos também varia de acordo com os objetivos a serem atingidos por cada praticante. Para diminuir a porcentagem de gordura no corpo, por exemplo, o ideal é manter os batimentos entre 65% e 75% da cardíaca máxima. A partir de 70% a 85% da frequência cardíaca máxima, "o trabalho de resistência cardiovascular é mais eficiente, mas os parâmetros variam para cada pessoa", explica Priscilla.
Quando uma pessoa eleva a frequência cardíaca, sem ultrapassar o nível submáximo, ela já está realizando um trabalho cardiovascular. Ao determinar uma zona de treinamento, por exemplo, 65% para emagrecimento, ela poderá ter um aproveitamento maior e mais específico na atividade física. Mas este percentual varia para cada pessoa conforme o condicionamento físico em que ela se encontra e os objetivos do treinamento, e sendo assim, o melhor é ter a orientação de um profissional.
Como calcular – de maneira simples - sem fazer uma Avaliação e Orientação Física
Para determinar a frequência cardíaca em que uma pessoa deve trabalhar, pode-se subtrair sua idade de 220. Por exemplo, se esta pessoa tem trinta anos, então 220 - 30 = 190.Se a frequência cardíaca máxima é de 190, isto quer dizer que a frequência submáxima será em torno de 161 batimentos por minuto. Este é o limite em que esta pessoa pode realizar uma atividade física com segurança. Dentro deste limite, o orientador deverá determinar uma zona de treinamento, de acordo com os objetivos e considerando a condição física do aluno. "Para melhores resultados, é importante manter o ritmo cardíaco no mesmo nível durante toda a atividade", explica Priscilla de Arruda Camargo.
Exageros
Para as pessoas que estão iniciando, recomenda-se que a atividade física seja feita em um tempo aproximado de 20 minutos, evoluindo – progressivamente - para até 60 minutos, dependendo do objetivo.
Às vezes, dependendo do tempo e duração da atividade, o coração pode trabalhar em déficit, que significa que o coração sente a fadiga e, quando isto ocorre, a atividade física deixa de ser benéfica e pode causar danos para o organismo.
Como medir
Existem diferentes métodos para controlar o número de batimentos cardíacos, sendo que o mais preciso é o estetoscópio utilizado pelos médicos - mas neste caso é preciso o auxílio de um profissional especializado.
Na prática de esportes, o aparelho mais utilizado é o cardiofrequencímetro (ou frequencímetro), que é uma cinta elástica com um sensor, colocado no tórax, que transmite a um relógio o número de batimentos por minuto. Quando se utiliza este equipamento em uma academia ou em um local onde há outras pessoas praticando exercícios, deve-se notar se não há interferências, pois alguns relógios captam os sinais de outros aparelhos próximos.
Frequencímetro 
Uma forma mais simples e muito utilizada para saber o número de batimentos é por meio da pressão dos dedos em algumas artérias do corpo, como na artéria radial (no pulso), na carótida (no pescoço) ou até mesmo na temporal (na lateral da testa). Para obter a frequência cardíaca utilizando esse método, basta contar os batimentos durante 15 segundos e multiplicar o número encontrado por quatro. “O mais importante quando se inicia uma atividade física é ter sempre a orientação de um profissional, pois ele poderá determinar objetivos seguros para o treinamento", conclui Priscilla de Arruda Camargo.
Fonte: CONFEF

EMPRESAS QUE PROMOVEREM HÁBITOS SAUDÁVEIS PODERÃO TER DESCONTO NO IMPOSTO DE RENDA

A Câmara analisa projeto que concede abatimento no Imposto de Renda (IR) para empresas que mantiverem estrutura para a realização de atividades físicas, além de profissional de educação física e nutricionista para acompanhamento dos funcionários. Pela proposta (Projeto de Lei 2136/11), do deputado João Arruda (PMDB-PR), o desconto será de 1% sobre o valor total a ser recolhido ao IR, para empresas de médio e grande porte; e de 3% sobre o valor total a ser recolhido por micro e pequenas empresas.
Para receber o abatimento, as empresas terão de comprovar, mediante declaração por escrito dos Profissionais de Educação Física e de Nutrição, que pelo menos 50% dos seus funcionários estão efetivamente gozando dos benefícios oferecidos.
O texto diz ainda que o funcionário que realizar atividades físicas utilizando a estrutura disponibilizada pela empresa ou estrutura de academia terceirizada, a expensas da empresa, deverá obrigatoriamente ser acompanhado por Profissional de Educação Física. Além disso, cada funcionário deverá ser atendido individualmente pelo profissional de Nutrição, não bastando a contratação para atuar no refeitório da empresa.
Fonte: CREF 10 - PB/RN

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Exercícios pré-verão precisam ser bem orientados

Com a chegada do período de férias, ter um corpo malhado faz parte da estação. O que leva à grande procura pelos exercícios milagrosos nas academias. O que pouca gente sabe é que as atividades físicas precisam ser planejadas de acordo com o ritmo de cada pessoa.
A roupa típica para esta época do ano favorece as pernas de fora e elas são as principais vítimas das falhas nas academias. "A pessoa que queira realizar qualquer tipo de atividade física deve realizar consultas com médicos e sempre buscar um profissional de Educação Física para realizar essas atividades de forma constante e crescente. Deve-se alongar bastante para evitar qualquer tipo de distensão muscular ou lesões dos ligamentos", é o que recomenda o médico ortopedista e traumatologisa do Hapvida, Tiago de Medeiros Almeida.
As consequências são mais comuns em pessoas que passaram o ano inteiro, ou boa parte dele, sem fazer exercício nenhum, e na reta final do ano, querem recuperar o tempo pedido. Outro grupo é composto por aqueles que resolvem fazer caminhadas e corridas por conta própria e, por falta de acompanhamento de um profissional, termina se prejudicando.
“A escolha do calçado e do material na hora de se exercitar podem fazer toda a diferença no resultado final, principalmente para quem deseja chegar ao verão com um corpo realmente saudável. A atividade física deve ser realizada de forma continuada não só para manter o corpo em forma, e sim para a própria saúde", afirma o ortopedista.
O médico ainda alerta: "ao menor sinal de dores, em qualquer parte do corpo, é indicada a imediata suspensão da atividade física e, o quanto antes, buscar acompanhamento especializado. Em casos de entorses ou traumas mais graves, gelo no local e buscar um pronto socorro", aconselha o médico.

Fonte: CONFEF

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Step ajuda a perder calorias

O step é uma das aulas mais conhecida nas academias de ginástica. É possível perder até 400 calorias em uma hora. O exercício melhora o equilíbrio, a coordenação motora e dá força e resistência.


Quem dorme pouco à noite pode engordar com mais facilidade

Médicos orientam que é preciso dormir de 6 a 8 horas por dia. Disciplina na alimentação também diminui o risco de desenvolver outras doenças.


Dormir poucas horas durante à noite provoca uma mudança no ritmo biológico e o resultado disso muitas vezes aparece na vontade descontrolada de comer no dia seguinte.
O estômago produz um hormônio chamado grelina. Ao cair na corrente sanguínea, a grelina manda a mensagem de fome para o cérebro. Assim que a gente começar a comer, o índice de grelina diminui e o estômago libera um outro hormônio que é chamado de xenina. É ele que manda para o cérebro a mensagem de que está na hora de parar de comer. Só que isso não funciona nas pessoas que ficam mais tempo acordadas à noite.
"A grelina sobe antes de comer, mas não cai depois da refeição, mantendo um discreto estímulo de fome para o cérebro. Ao mesmo tempo, aquele aumento esperado da xenina, que vai diminuir a vontade de comer, ele não ocorre”, explica Bruno Geloneze, endocrinologista da Unicamp.
As pessoas que dormem pouco também correm o risco de desenvolver a síndrome metabólica que deixa o organismo mais lento. "Facilita principalmente o aumento de gordura no tronco e no abdômen. Facilitam o aparecimento de alterações no colesterol, diabetes tipo 2 e hipertensão”, diz o endocrinologista.
A auxiliar de enfermagem Marta Sartori trabalha à noite em um hospital. Dorme apenas quatro horas por dia e tem uma alimentação desregrada. "Tem a janta que é um lanche. Depois durante a noite tem um lanche, e às vezes no final de semana a gente pede uma pizza, um pastel, um salgado", conta.
O resultado são os quilinhos a mais. Nem a cirurgia de redução de estômago resolveu o problema. "Emagreci bastante, quase 50 quilos, mas neste último ano já engordei 12 quilos”, afirma.

A primeira orientação é dormir mais: de 6 a 8 horas por dia. Os médicos alertam: apesar da correria é fundamental ter disciplina. "Estabelecer horários, fazer escolhas de alimentos com menor quantidade de calorias: frutas verduras, legumes. Ao disciplinar, nós estamos facilitando nossos mecanismos naturais de controle de fome e saciedade", explica o médico.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Professora do CCS recebe homenagem nesta quinta


Regina Rodrigues Bôtto Targino, do Departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde, receberá o título de Professora Emérita da UFPB. Doutora pela Universidade de Madri, com a tese "Representações Sociais da Didática", a homenageada tem livros publicados. Seus trabalhos contribuíram com o reconhecimento da Enfermagem no campo científico.

A homenagem ocorrerá nesta quinta-feira (24) no auditório Professor Milton Paiva, na Reitoria da UFPB, às 18 horas, e foi proposta pela também professora do Departamento de Enfermagem do CCS, Zoraide Margaret Bezerra Lins.

Sobre a homenageada

A professora Regina Rodriguez Bôtto Targino, casada com Itapuan Bôtto Targino, tem três filhos: Marielza, Estevam e Itapuan Filho.

Em 1º de Março de 1968 foi admitida para a Faculdade de Enfermagem da UFPB, habilitando-se como Professora de Enfermagem de Saúde Pública.

Realizou o Curso de Mestrado em Saúde Pública na Fundação Oswaldo Cruz, pela Escola Nacional de Saúde Pública do Ministério da Saúde, na cidade do Rio de Janeiro.

Cursou Pedagogia com Habilitação em Administração Escolar, tendo concluído em Maio de 1982. Realizou o Curso de Mestrado em Educação, ministrado pelo Centro de Educação da UFPB, tendo defendido dissertação sob o título; “Visão Sócio-Antropológica da Parteira Curiosa -dimensões política, educativa, terapêutica - rezas, ritos e ervas.” concluído em maio 1995 com distinção.

Concluiu doutorado em Filosofia e Didática na Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), em Madri,  em 01 de Julho de 2002, defendendo a tese “Representações Sociais da Didática, construída por Professores e Alunos”, aprovada pelo Tribunal de Teses daquela instituição, por unanimidade, com nível “sobresaliente com Lauder”. Sendo esta sua trajetória de formação acadêmica.

Atividades Profissionais

Na trajetória de atuação de Regina Rodrigues, enquanto enfermeira e professora da UFPB, temos a destacar o seu desempenho e a realização de vários feitos que impulsionaram a Enfermagem da Paraíba no seu desenvolvimento, que muito contribuíram para a Enfermagem  Científica frente ao cenário estadual e nacional.

Foi Professora das disciplinas: Enfermagem de Saúde Pública, Administração de Serviços de Saúde Pública e Metodologia do Ensino Superior entre outras.

Na área administrativa, atuou como Chefe de Departamento durante os anos de 1976 a 1981. Foi pioneira na junta do Conselho Regional de Enfermagem. Recebeu do Ministério do Trabalho e do Conselho Federal de Enfermagem DIPLOMA DE INSTALAÇÂO, Resolução nº17 de 13 de novembro de 1975, registro nº 74 constante no livro 1 pag. 20 em 20/02/1976, reconhecendo como relevante serviço prestado a Enfermagem do Brasil.

Participou ativamente da transição do Hospital Universitário que funcionava na Santa Casa de Misericórdia Hospital Santa Isabel, para o Campus I, hoje Hospital Universitário Dr. Lauro Wanderley.

Participou da equipe do Projeto de Convênio visando a Cooperação Técnico- Científica da Enfermagem do navio HOPE ancorado em Natal – RN, pertencente aos Estados Unidos.

Assumiu o compromisso, mediante proposta aprovada pelo CONSEPE, Resolução nº. 04/77, pela qual foram criados, sob a forma de Internato, as Habilitações Enfermagem Médico - Cirúrgica, Enfermagem Obstétrica e Enfermagem de Saúde Pública.

Realizou, em parceria com o Ministério de Educação e Cultura e o Departamento de Assuntos Universitários (MEC/DAU), o primeiro Curso de Pós Graduação na área de Enfermagem, intitulado Metodologia do Ensino e da Assistência de Enfermagem, “sensu lato,” em 03/01/1977.

Participou da equipe que elaborou em 30/12/1977 o Projeto de criação do Curso de Mestrado em Enfermagem em Saúde Pública e Enfermagem Materna-Infantil, aprovado pela Resolução do Conselho Universitário nº 204/77 e que teve início em 02/05/1979. E do Projeto da Residência de Enfermagem Psiquiátrica, sob a forma de Curso de Especialização, conforme a Resolução nº 2/1978 do CONSEPE, iniciada em 01/01/1978.

Com apoio interno dos departamentos do CCS e das Instituições OPAS/ OMS/SE/FUSEP/FSESP/SENAC/FIOCRUZ/LBA/PMJP, implantou o PPREPS – Programa de Preparação de Recursos Humanos e Estratégia para Saúde, que originou o IDA – Integração Docente Assistencial. Fez parte da comissão criou o CRUTAC – Centro Rural de Treinamento de Ação Comunitária.

Participou da comissão do Projeto de  Convênio “Intercâmbio Técnico Científico e Cultural”   entre a UFPB e a Universidade de  Connecticut, USA, no ano de 1988.
Foi coordenadora da Coordenação de Programas de Extensão (COPREX) da Pró-reitoria de Extensão Comunitária da UFPB durante os anos 1987 a 1990.

Participou como Coordenadora da COPREX, do Projeto de Elaboração da Creche da UFPB, juntamente com a sua equipe de profissionais que atuava nesta coordenação.


Publicações

Tem publicações de artigos, em livros e revistas na área da saúde e educação dos quais se podem destacar:
- A didática e o Supervisor Escolar. 2004;
- A didática na linha do tempo. 2007; 
- Problematização dos Recursos Humanos para Saúde, em particular os de Enfermagem – Enfoque no Estado da Paraíba. 1997;  
- AIDS – Informações e Conhecimentos requeridos pela Comunidade Universitária. 1998;
- Inovações no Ensino de Enfermagem na Universidade Federal da Paraíba Possibilidades, Limitações e Expectativas. 1993;
- A Área de Enfermagem na Universidade Federal da Paraíba. Retrospectiva Histórica. 1988;
- Avaliação da Pós-Graduação da Enfermagem na Universidade Federal da Paraíba. 1998;
- O Projeto Político Pedagógico a partir de um Planejamento Participativo. 2009;
Além de outros livros publicados decorrentes de defesa de Dissertação e de Tese, respectivamente:
- Visão Sócio-Antropológica da Parteira Curiosa. Dimensões: Política, Educativa, terapêutica. – Rezas – Ritos – Ervas. Editora Cultura Médica.Rio de Janeiro, 1992;
- Representações Sociais da Didática. Editora IDEIA. João Pessoa - PB. 2008.
Fonte: 
Agência de Notícias da UFPB - Fernando Caldeira

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Menor esforço


Na contramão das mega-academias, espaços pequenos de malhação ganham mais adeptos.

Além de ter um personal trainer, muitos cariocas buscam também um "personal espaço". Assim podem ser chamadas as miniacademias de ginástica que estão abrindo pela cidade e, na contramão das mega-academias, ganhando alunos que primam pela exclusividade. É possível malhar sozinho (ou em grupos de até quatro pessoas) com o mesmo professor e, em alguns casos, até ouvindo a sua própria música. Para algumas pessoas, especialmente as que sofrem com problemas como dor na coluna ou no joelho, é uma forma de ter um acompanhamento mais apurado e evitar novas lesões. Para outros, uma solução para não perder tempo e entrar em forma mais rapidamente. No geral, esses estúdios têm aparelhos e acessórios similares aos das grandes academias, mas salas menores.
O Studio Phoenix Training é o mais novo a entrar para este grupo. O espaço de 175 metros quadrados dividido em dois andares foi inaugurado há três meses no Recreio. À frente do pequeno negócio, o professor de Educação Física Alexandre Veiga (CREF 026761-G/RJ) tem 60 alunos matriculados, muitos egressos de academias mais movimentadas. Ele mesmo atende todos individualmente ou em pequenas turmas, sempre com hora marcada.
— Por ter toda a atenção voltada para uma pessoa, uma hora de exercícios rende bem mais, porque dá para fazer um trabalho intenso, Como as pessoas estão sempre sem tempo, é uma grande vantagem — explica Alexandre.
O que mais atraiu a aluna Thayana Vieira, estudante que frequenta o lugar duas vezes por semana, foi poder fugir do burburinho das salas de musculação lotadíssimas.
— Não precisa entrar em filas para usar os equipamentos e não tem música alta — diz Thayana. — Além disso, pago menos do que quando pagava o personal mais a academia.
O custo de malhar num local como estes pode ser mesmo menor, para quem não abre mão de um personal, que cobra em torno de R$ 70, R$ 80 por dia — e a mensalidade numa academia grande não costuma sair por menos do que R$ 150.
No Studio Phoenix, por exemplo, o custo mensal é de R$ 200, com duas aulas por semana. Mas não é uma regra.
Na NB Fit, academia nesses moldes aberta em Ipanema há pouco mais de um ano, cada aula custa entre R$ 96 e R$ 120. Grande para os padrões, ela tem um salão de 270 metros quadrados, e só atende um aluno por professor. A publicitária Flavia Cetra conta que a idéia do negócio surgiu quando treinava com a supervisão do personal Guilherme Noira (CREF 018437-G/RJ). Os dois acabaram virando sócios e hoje têm uma equipe de 15 professores. Os alunos passam por uma avaliação de duas horas antes de Guilherme montar o programa de exercícios. Nos horários mais tranqüilos, pode-se escolher até a trilha sonora do lugar.
— É um público que foge daquela música alta comum nas mega-academias. Muita gente aqui prefere ouvir bossa nova enquanto malha — conta Guilherme.
Ipanema tem ainda outras academias nesse padrão, como o Studio Espaço Corpo, que ocupa 40 metros quadrados dentro de uma galeria, com mensalidades a partir de R$ 396.
Um dos primeiros lugares a investir num atendimento personalizado, porém, fica no Leblon. Fernando Rosenbaum (CREF 004412-G/RJ) usava um quarto no apartamento da mãe para atender seus alunos, até que ela se mudou para uma casa menor e ele resolveu alugar uma salinha para continuar o trabalho. Isso foi em 2004 e hoje ele conta com três salas, onde cobra, por mês, R$ 455 para duas vezes na semana e R$ 630 para três.
— Quem mais procura meu trabalho são pessoas que não conseguem ficar muito tempo na academia e acabam se sentindo mais motivadas num ambiente menor e com atendimento mais personalizado.

Fonte: CONFEF